Passos diz que não é funcionário público. E não é

Pedro Passos Coelho disse hoje que não pode juntar-se ao plano de rescisões amigáveis porque não é funcionário pública.

E não é, porque o exercício de funções governativas não estabelece, por si só, nenhum vínculo à Administração Pública, ainda que "por analogia" os governantes e políticos estejam sujeitos às regras da função pública, em termos de remunerações ou de férias, por exemplo.

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