"Não acredito em banqueiros audazes", diz Krugman

Professor teme que BCE esteja dormente e que acorde tarde de mais para o problema. Propõe inflação de 3% ou 4%

"Porquê uma meta de 2% de inflação em vez de 1% ou 3%?". A pergunta partiu de Paul Krugman, numa aula que deu em Sintra, esta manhã, no Fórum do Banco Central Europeu. O economista norte-americano está convencido que o BCE, ao manter-se agarrado à meta dos 2%, está errado. E é com desilusão que conclui: "Não acredito muito em banqueiros audazes."

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