FMI tem dúvidas sobre a sustentabilidade da dívida portuguesa

Primeira avaliação pós-programa diz que é preciso "fala em dinâmica vulnerável da dívida" e das "enormes necessidades de financiamento".

"A sustentabilidade da dívida assenta em mais reformas estruturais de suporte à competitividade e ao crescimento no médio prazo", mas o Fundo Monetário Internacional (FMI), sente que a "proximidade de eleições" está a reduzir a ambição do Governo como também vê um enfraquecimento do consenso político em torno das reformas.

O primeiro relatório de avaliação pós programa, hoje divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), levanta várias dúvidas sobre a sustentabilidade da dívida pública, num contexto de enfraquecimento da economia (crescimento de 1,2% em vez de 1,5%) e de relaxamento no défice (3,4% em vez de 2,7%, como diz o Governo). Assim, o FMI estima que o rácio da dívida, embora desça, se fique pelos 125,7% do PIB. O Governo diz 123,7%.

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