Fim dos contratos coletivos ameaça suplementos

O salário-base e as diuturnidades vão ser as únicas remunerações a manter-se após a caducidade das convenções coletivas, segundo prevê a proposta que o Governo enviou aos parceiros sociais e que começa a ser discutida dia 13.

Esta formulação permite, no limite, referem juristas, que o subsídio de alimentação e outros suplementos sejam suspensos enquanto não entre em vigor uma nova convenção ou haja uma decisão arbitral.

Leia mais no e-paper do DN.

Mais Notícias