"Coisas estão terríveis, mas na Irlanda estão piores"

O economista norte-americano Paul Krugman, que chegou a Lisboa há três dias, não tem dúvidas: "as coisas estão terríveis aqui, o desemprego disparou, ultrapassando os 13%". Mas diz que na Irlanda e até em Espanha a situação é ainda mais grave.

Na coluna de opinião no "The New York Times", ontem publicada, o laureado Nobel volta a criticar de forma contundente as políticas de austeridade: os cortes profundos na despesa pública, o papel predominante do BCE, que não deixa subir a inflação e o euro desvalorizar, a pressão dominante para cortar salários. E lamenta as consequências: um desemprego elevadíssimo.

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