Desastre aéreo mata acionista da empresa que queria a Cimpor

Fernando Botelho despenhou-se quando voava num avião histórico do tempo da Segunda Guerra Mundial.

O empresário brasileiro Fernando de Arruda Botelho, de 63 anos, acionista do Grupo Camargo Corrêa (envolvido na OPA à Cimpor), de que a mulher, Rosana Camargo, era herdeira, morreu ontem num acidente de avião, quando o T-28 Trojan em que voava, com o piloto Sérgio Luiz Robattino, se despenhou próximo do seu aeródromo particular, na zona rural de Itirapina (estado de São Paulo).

Encantado pela aviação desde os oito anos, quando viu uma reportagem na televisão sobre o correio aéreo, e com brevet desde os 17 (ainda nem tinha idade para tirar carta de condução automóvel), Fernando Botelho comprou a sua primeira aeronave aos 30 anos - e, nos últimos tempos, no instituto a que deu o seu nome e para onde comprava aviões históricos, fazia réplicas perfeitas do Demoiselle, o segundo aparelho criado pelo pioneiro Santos Dumont.

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