Azeite Gallo formalmente lançado na China

Os azeites Gallo foram hoje formalmente lançados em Xangai, a capital económica de um país cuja gastronomia tradicional não inclui aquele produto mas que se tornou em apenas dois anos o quinto mercado daquela marca portuguesa.

"Quando começámos a expandir internacionalmente a nossa actividade, em 2006, a China não existia. Era zero. Hoje, estamos em seiscentas lojas da China, sobretudo em Xangai, Pequim e outras grandes cidades", realçou à agência Lusa o presidente da Gallo Worldwide, Pedro Cruz.

No ranking da Gallo, uma marca quase centenária e vendida em cerca de 50 países, a China já ocupa o quinto lugar, a seguir a Portugal, Brasil, Venezuela e Angola. "Há três ou quatro anos, Portugal representava 70 por cento das nossas vendas, enquanto hoje está nos 25 por cento. É este o caminho. Um dia a China vai ser um grande mercado", disse Pedro Cruz.

O empresário considera, contudo, que a aposta naquele país, iniciada há dois anos, com um representante permanente em Xangai, "é um grande maratona e não uma corrida ao sprint".

O azeite, como produto associado à saúde, "está bem posicionado" nas preferências dos consumidores das classes média e alta chinesas, mas "não faz parte dos hábitos locais" e o mercado, neste setor, encontra-se ainda numa "fase muito embrionária", indicou Pedro Cruz.

"A China consome anualmente 38.000 milhões de toneladas de gorduras alimentares, sobretudo óleos", referiu.

O lançamento dos azeites Gallo decorreu num hotel do "Bund", a famosa marginal neo-clássica de Xangai, com cerca de 400 convidados. "Foi um começo promissor e esperamos comemorar o nosso centenário, em 2019, com uma presença na China ainda maior", disse Pedro Cruz.

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