API diz que campanha do Estado é discriminatória

A Associação Portuguesa de Imprensa diz em comunicado que o concurso público para a realização de uma campanha de publicidade sobre a TDT "não respeita os princípios de imparcialidade e isenção a que toda a publicidade do Estado está obrigada", diz a API

A Associação Portuguesa de Imprensa (API) alerta, em comunicado, que o concurso público para a realização de uma campanha de publicidade sobre a Televisão Digital Terrestre (TDT) "exclui, de forma discriminatória, o suporte imprensa - quer em formato papel, quer em formato electrónico", considerando, assim, que essa campanha "não respeita os princípios de imparcialidade e isenção a que toda a publicidade do Estado está obrigada".

O Tribunal de Contas e a Entidade Reguladora para a Comunicação Social já estão a par da posição da API no que diz respeito a esta campanha, referindo ainda que tal exclusão é "um entorse ao princípio da transparência", que "só contribuirá para aumentar as deficiências de informação" e que, desta forma, será dificultado "o entendimento e a implementação da TDT em Portugal".

Aguarda-se agora "que as entidades fiscalizadoras e reguladoras se pronunciem urgentemente sobre esta preocupante situação", lê-se ainda no comunicado.

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