Viúva de suspeito no caso Maddie desmente a PJ

A ex-companheira do homem que a PJ suspeita ter raptado Maddie acusa a polícia de estar à procura de um "bode expiatório". E garante que o cabo-verdiano, que morreu em 2009, era "incapaz de tocar numa criança".

O semanário "Sol" escreve hoje que "a viúva do suspeito da morte de Madeleine McCann que levou a Polícia Judiciária (PJ) a reabrir o processo garantiu que vai "contratar um bom advogado para defender a honra e a memória do pai do seu filho". "Com tanta gente de quem já se falou, mete nojo irem buscar um morto para servir de bode expiatório", lamenta a mulher, que não quer que o seu nome seja divulgado. A ex-companheira do suspeito, de 40 anos, foi surpreendida na semana passada ao ser convocada pela PJ para ser ouvida, em Lagos, no âmbito do inquérito entretanto reaberto. Uma inspetora disse-lhe que estavam a investigar o homem com quem viveu até 2009, ano em que o agora suspeito morreu num acidente de trabalho em Bragança. "É muito fácil responsabilizar quem já não se pode defender. Não podem, à falta de melhor, virar-se para os mais fracos. Ele nunca seria capaz de tocar numa criança", diz.

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