Sociedades financeiras do Grupo Espírito Santo na mira do supervisor

Supervisor quer saber se houve movimentos destinados a não expor perdas reais ou potenciais. Veículos financeiros operam no âmbito da holding ESFG, que tem sede no Luxemburgo.

O "Público" escreve hoje que "o banco de Portugal pediu ao Espírito Santo Finantial Group (ESFG), que tem sede no Luxemburgo, explicações sobre operações envolvendo alguns veículos que atuam na esfera da holding que detém como principal ativo o Banco Espírito Santo (BES). O supervisor quer apurar se houve, ou não, por parte de algumas das sociedades fiscalizadas, movimentos destinados a não expor perdas (reais ou potenciais), o que se inscreve num escrutínio mais rigoroso ás atividades financeiras da família Espírito santo e que já obrigou a ESFG a reportar uma imparidade de 700 milhões de euros".

Segundo o jornal, "há já várias semanas, que o banco de Portugal inquiriu a área financeira do Grupo Espírito Santo - a ESFG/BES - sobre o sentido e a substância dos movimentos (nomeadamente, os que envolvem veículos com a designação base de Eurofin), com a finalidade de apurar se houve, ou nao, uma intenção de não exibir prejuízos reais ou potenciais".

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