Sistema PEM custou três milhões e prejudica doentes

A nova aplicação informática PEM custou três milhões de euros ao Estado mas está a dar problemas. Utentes podem ser enganados no que pagam e despesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS) cresce.

O "Correio da Manhã" escreve hoje que "chama-se PEM (Prescrição Eletrónica Médica), custou três milhões de euros ao Estado, está a desesperar os médicos, a prejudicar os doentes e pode aumentar a despesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Há medicamentos que não aparecem na listagem ou simplesmente o sistema não devolve qualquer lista. Os médicos n"~ao conseguem fazer a prescrição ou acabam por receitar um remédio da mesma família mas mais caro. As consultas, em vez de durarem 20 minutos, demoram o dobro. Além disso, há casos em que o clínico não consegue aceder ao registo do doente para saber o que já lhe foi receitado, e muitas vezes a PEM engana os doentes quanto ao valor a pagar".

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