Rescisões no Estado com fasquía mínima de 5 mil adesões

Programa de rescisões por mútuo acordo na função pública arranca na segunda-feira. Sindicatos afirmam que Governo prevê verbas para pagar entre o mínimo de cinco mil a quinze mil indemnizações.

O "Público" escreve hoje que "o Governo espera conseguir até 15 mil adesões até ao final do processo de rescisões amigáveis, que decorre entre a próxima segunda-feira, dia 1 de setembro, e 30 de novembro. Este tem sido apontado como o valor máximo, mas a meta, como já afirmou o Executivo, é flexível. Já ontem, de acordo com os sindicatos que representam trabalhadores da função pública, citados pela Lusa, o secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, apontou o número de cinco mil rescisões como o patamar esperado".

Segundo o jornal, "para suportar os custos com as indemnizações a pagar, o Governo vai incluir uma verba dedicada a esse fim no Orçamento do Estado para 2014 (as compensações serão pagas em janeiro). Em Maio, Hélder Rosalino afirmou no PArlamento que as rescisões amigáveis iriam custar entre 300 a 500 milhões de euros, avançando, nessa altura, o número de 10 mil a 20 mil funcionários como potenciais aderentes ao programa".

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