O Orçamento do ataque à despesa

O Orçamento do Estado para 2014 acrescenta um "enorme" corte na despesa pública ao "enorme" aumento de impostos de 2013.

O "Jornal de Negócios" escreve hoje que "pensionistas, funcionários públicos e trabalhadores das empresas públicas vão suportar com menos rendimento a esmagadora maioria da redução do défice público no próximo ano. Depois dos aumentos de impostos em 2013, o ano de 2014 será o de redução da despesa pública numa dimensão que, a concretizar-se, será histórica. O "enorme" aumento de impostos que caracterizou o Orçamento do Estado de 2013 nas palavras do ex-ministro Vítor Gaspar mantém-se. A nova ministra Maria Luis Albuquerque não o disse mas podia ter afirmado que em 2014 há uma "enorme" redução da despesa. PAra a ministra de Estado e das Finanças, o Orçamento do Estado para 2014 pretende "acima de tudo assegurar que o país não voltará a estar numa situação em que pode perder tudo de um momento para o outro". Uma referência ao ano de 2011, quando em abril Portugal solicitou ajuda à União Europeia e ao FMI".

Segundo o jornal, "aquele que é o primeiro Orçamento elaborado por Maria Luís Albuquerque e o último no quadro do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro consagra, na visão da ministra das Finanças, medidas "indispensáveis para assegurar o futuro, para que o Estado continue a pagar salários e pensões em 2015, 2016 e em todos os anos seguintes".

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