"O ministro das Finanças tem-se esforçado tremendamente"

Os cortes são tarefa de Gaspar e a reforma do Estado - nas mãos de Portas - é mais que isso. Em entrevista ao semanário "Sol", Nuno Melo confia na flexibilidade da troika. e diz que a coligação tem forçado a ponderação.

"Todo o Governo, os executantes do PSD e do CDS, em circunstâncias muito difíceis têm-se esforçado tremendamente para conseguir adaptar as obrigações que não foram contraídas por este Governo, mas pelo PS, às circunstâncias do país e da Europa", diz o vice-presidente do CDS.

Em relação ao papel do CDS no Governo, Nuno Melo diz que o seu partido sempre argumentou contra a maioria absoluta de um só partido, que tem sido "em muitos casos de imponderação e de todos os excessos". "Um segundo partido ajuda a uma ponderação e obriga a um esforço de negociação, quase sempre com vantagem para Portugal", defende o político, que acrescenta que "aqui ou ali o CDS teve uma ou outra razão de divergência, o que é saudável e normal em democracia".

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