Mais de 29 mil famílias pediram ajuda à Deco em 2013

Contactos subiram 26%, mas, como muitos casos não são recuperáveis, foram abertos menos 1400 processos.

O "Público" escreve hoje que "surgem cada vez mais no limite, sem oxigénio financeiro para voltar a respirar. Muitos vivem sozinhos e apenas do seu rendimento, tendo por vezes a cargo menores de idade. No ano passado, a Deco recebeu 29 mil pedidos de ajuda de famílias em dificuldades financeiras, o que significou um aumento de 26% face a 2012. No entanto, o número de processos de acompanhamento abertos pela associação caiu drasticamente. É que, em muitos casos, já não há recuperação possível".

Os dados cedidos pela Deco mostram que, "entre Janeiro e Dezembro de 2013, 29.214 pessoas contactaram a associação para resolver desiquilíbrios financeiros que continuam a ser motivados, em grande parte, por situações de desenmprego. A perda de emprego foi mencionada como causa das dificuldades por mais de 32% das famílias. Seguem-se os cortes salariais, com 30,6% e a doença (8,1%). O rastilho tem-se mantido praticamente o mesmo dos últimos anos, mas voltou a registar-se uma subida substancial nos pedidos de auxílio, já que em 2012 houve 23.183 contactos. Face a 2010, o número praticamente triplicou".

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