IPO Lisboa faz menos operações por falta de dinheiro

Cortes no financiamento e restrições "radicais" à contratação baixam produção em Lisboa. O diretor do programa reconhece o problema.

O "Jornal de Notícias" escreve hoje que "o Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa está a operar menos e a aumentar os tempos de espera para consultas e cirurgias. Dificuldade em contratar profissionais está a agravar tempos de resposta. Ainda não há números, mas já é certo que, no final do ano, o IPO de Lisboa vai ter um "ligeiro decréscimo" no número de doentes tratados e um "ligerio aumento nos tempos de espera para cirurgia e consulta". A constatação foi feita, ontem, pelo presidente do Conselho de Adminsitração da IPO, Francisco Ramos, durante a cerimónia de comemoração dos 90 anos da instituição, em que reconheceu que "as restrições radicais á contratação de recursos humanos, designadamente para as necessárias substituições de quem sai ou se reforma, estão a ditar uam "significativa" inversão de tendência de redução de tempos de espera e de aumento da produção que se tinha verificado nos últimos anos".

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