Governo vai cortar nas novas concessões de auto-estradas

O Ministério da Economia e Emprego vai cancelar parte do investimento contratado com a subconcessão da Baixo Tejo, eliminando seis dos 10 troços que compõem o empreendimento adjudicado em 2009 ao consórcio liderado pela Brisa.

O "Jornal de Negócios" avança na edição de hoje que, com esta medida, o Governo conta poupar, no mínimo, 270 milhões de euros.

Dos troços que serão cancelados, dois são construção nova e quatro para conservação e manutenção, que tinha sido contratada pelos 30 anos da concessão e pela qual a Estradas de Portugal (EP) pagaria independentemente de ser necessária.

A intenção do ministro Álvaro Santos Pereira e do secretário das obras públicas, Sérgio Monteiro, é que passe a ser a EP a contratar os trabalhos de conservação e manutenção quando os considerar necessários, e não estar a assumir esses pagamentos hoje sem saber se serão precisos.

A redução da despesa (270 milhões em termos imediatos), que o Governo estima obter com o cancelamento de parte do investimento que seria agora executado na Baixo Tejo, pode vir a ser superior quando forem desfeitas operações financeiras relativas a esta parte dos trabalhos que não se irá concretizar.

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