Governo lança plano para reanimar a construção

Planeamento dos pagamentos em atraso é uma das 50 medidas do compromisso que o Governo assina com a construção. As autarquias já começaram a regularizar pagamentos em atraso a fornecedores, designadamente às empresas de construção que reclamam da administração local cerca de mil milhões de euros em dívida.

De acordo com António Almeida Henriques, secretário de Estado em Adjunto da Economia, o planeamento dos pagamentos em atraso é uma das medidas para fazer face à "emergência" de um setor que é responsável por 18,2% do PIB e por cerca de 610 mil postos de trabalho.

De acordo com os dados do Governo, citados pelo "Jornal de Negócios", no âmbito do Programa de Apoio às Economias Locais, os municípios em dificuldades financeiras têm provados 800 milhões de euros, sendo que estão já contratualizados e em condições de ser pagos 750 milhões. A mais recente estimativa avançada pela Confederação Portuguesa da Construção e Imobiliário aponta para que a dívida total do Estado ao setor tonde os 1,6 mil milhões de euros, à maior parte das autarquias.

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