Enfermeira descuidada tem apoio psicológico

O erro humano que levou à morte de Rosa Pinto Cunha, na sequência de uma sessão de fototerapia no Hospital de Braga, só foi detetado seis dias após o tratamento fatídico.

Segundo o "Correio da Manhã", logo no dia 10, quando voltou ao hospital a queixar-se de dores, a paciente devia ter sido transferida para uma unidade de queimados, o que só aconteceu no dia 16, tarde demais.

No processo de averiguações do hospital foi apurado que a enfermeira responsável carregou no botão errado, aplicando um tratamento muito mais forte do que o receitado. Rosa foi assim sujeita a um tratamento de 17 minutos em vez de 5. A enfermeira em causa, com 30 anos e pertencente aos quadros da Função Pública, foi mudada de serviço e está a ser acompanhada por uma equipa de psicólogos.

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