Cultura e Comunicação Social com maior quebra de gastos com salários

A maior variação percentual nas despesas com pessoal cabe ao programa Governação e Cultura, mas é na Educação que estão mais de metade das poupanças: 565 milhões de euros.

O "Jornal de Negócios" escreve hoje que "num orçamento marcado pela redução da despesa, os funcionários públicos são chamados a dar o maior contributo bruto para o esforço de austeridade. Fazendo uma análise por ministérios, o programa de Governação e Cultura é aquele em que se observa a maior queda homóloga dos gastos com pessoal, com uma descida de 13,3%, seguido pelo Ensino Básico e Secundário e a Prepresentação Externa. Do lado oposto estão as Finanças e a Administração Pública, com uma subida de 22,3%".

Segundo o jornal, "Governação e Cultura tem um orçamento de 725 milhões de euros, dedicados a vários subprogramas, da Administração Geral a serviços de habitação. Aqueles que absorvem mais dinheiro são a Comunicação Social - onde está incluído o orçamento da RTP - e a Cultura. Os dois juntos representam metade do orçamento total do programa. Desse orçamento de 725 milhões de euros, 35% serve para pagar salários. No ano passado, este valor estava nos 294,1 milhões. Segundo o orçamento, as outras despesas correntes de maior importância são os apoios à cultura, à produção artística, ao desporto e imigração".

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