Banco de Portugal avisa que OE pode subir malparado

Banco de Portugal afirma que a carga fiscal conjugada com cortes nos salários e pensões vai afetar rendimento disponível em 2014. E avisa que a consolidação orçamental não é amiga do crescimento do emprego e constitui uma ameaça à própria estabilidade financeira do sistema bancário.

O "Jornal de Notícias" escreve hoje que "o Orçamento do Estado (OE) para 2014, ontem aprovado pela maioria PSD/CDS, deve complicar ainda mais os orçamentos familiares e, eventualmente, "continuar a materializar-se num aumento do incumprimento de famílias e de sociedades não financeiras (empresas)", diz o Banco de Portugal, governado por Carlos Costa. Funcionários públicos e pensionistas estão na linha da frente em relação a este impacto".

Segundo o jornal, "embora sublinhe os méritos da redução da despesa pública - ajuda a restabelecer a confiança na economia e liberta recursos financeiros para o sector privado -, o Banco de Portugal avisa que a consolidação orçamental não é amiga do crescimento do emprego e constitui uma ameaça à própria estabilidade financeira do sistema bancário".

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