Audiência de Renato Seabra durou três minutos

A acusação de homicídio em 2.º grau foi confirmada pelo Grande Júri do Supremo Tribunal de Nova Iorque. Renato Seabra, o modelo acusado do homicídio de Carlos Castro, declarou-se "não culpado". Volta a tribunal a 4 de Março.

Bastaram três minutos para o Grande Júri do Supremo Tribunal de Nova Iorque confirmar hoje, terça-feira, a acusação de homicídio em segundo grau de Renato Seabra, suspeito da morte de Carlos Castro.

Perante o Grande Júri, o jovem declarou-se "não culpado", tal como o advogado, David Touger, já havia anunciado. A declaração foi feita em português e traduzida por um intérprete. A próxima audiência ficou marcada para o dia 4 de Março, no Supremo Tribunal de Nova Iorque, data em que irá começar o julgamento.

O homicídio em 2.º grau prevê uma pena que vai de 25 anos a prisão perpétua, permitindo o pedido de liberdade condicional ao fim dos 25 anos. Se se tivesse declarado culpado perante o Supremo, Seabra não chegaria a ir a julgamento.

Seabra esteve presente na sala de audiências, algemado com as mãos atrás das costas. O modelo manteve-se em silêncio e cabisbaixo e foi o seu advogado que respondeu às perguntas do juiz, de carácter processual. A acusação, divulgada pelo gabinete do procurador de Nova Iorque Cyrus Vance Jr., alega que Seabra "matou intencionalmente a sua vítima". Os documentos divulgados hoje confirmam as informações divulgadas pelos media sobre as agressões e acrescentam ainda que Renato Seabra confessou à polícia ter agredido Carlos Castro durante pelo menos uma hora.

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