Duarte Lima combate solidão com livros

O ex-deputado do PSD acorda cedo e passa o dia a ler e a escrever. Só o filho é visita assídua. Na cadeia quase não vai ao recreio e, se não está na cela, procura zonas calmas para ler.

Duarte Lima, detido desde 17 de novembro no Estabelecimento Prisional da Polícia Judiciária (EPPJ), em Lisboa, pouco confraterniza com os restantes detidos. Leva uma vida isolada na sua cela de dois por quatro metros. A sua vida é marcada pelo ritmo da prisão.

As portas da cela onde está preso o ex-deputado abrem pelas oito da manhã. Duarte Lima não se levanta tarde, mas sai pouco do cubículo a que a Justiça o confinou preventivamente. É ali que passa horas a a ler e a tirar apontamentos. Meia hora depois da abertura da porta da cela, dirige-se ao refeitório para tomar o pequeno-almoço.

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