Pinto Balsemão apela a que se discuta "como pôr o país a funcionar"

O antigo primeiro-ministro Francisco Pinto Balsemão apelou hoje, em declarações à agência Lusa, a que se discutam os "assuntos fundamentais do país em vez do "ciclo vicioso da dívida portuguesa".

Instado a comentar a situação política do país e a descida do "rating" nacional à margem da entrega de prémios Rotary International, Francisco Pinto Balsemão apelou a que "se discutam os aspectos fundamentais do país". "Só gostava que nos centrássemos nos assuntos fundamentais do país além do ciclo vicioso da dívida, do défice que tem de se resolver", afirmou o antigo primeiro-ministro (1981-1983). Para Francisco Pinto Balsemão, cofundador do PSD, é preciso discutir "como é que se vai por o país a funcionar". "Temos de trabalhar mais e melhor, não temos qualquer maneira de escapar a isso", sublinhou.

O presidente do conselho de administração da Impresa foi galardoado com o prémio Empresário pela Rotary International que viu com "grande agrado e como um estímulo para trabalhar". "É uma distinção que cai bem nestes tempos conturbados. É um prémio que preza o rigor e a ética, dois conceitos que muito prezo e que é bom lembrar que existem nestes tempos conturbados", confessou Pinto Balsemão.

O presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos, António Barreto, recebeu o prémio Paz, a jornalista Ana Lourenço o Prémio Comunicação Social, Eugénio da Fonseca, presidente da Cáritas Portuguesa, o prémio Solidariedade, Rodrigo Martins, professor da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de Lisboa, o prémio Ciência e Tecnologia, José Manuel Tribolet, presidente do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, o prémio Carreira Profissional, e a pintora Paula Rego o Prémio Arte. O Rotary International é uma organização constituída por líderes profissionais que prestam serviços humanitários, fomentando um elevado padrão de ética e ajudando a estabelecer a paz e a boa vontade no mundo.

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