A imigração na UE e as suas novas políticas

Em 2008, foi aprovado um novo pacto para a imigração na União Europeia, que prevê a possibilidade de expulsar imigrantes ilegais e de os deter até 18 meses.

Acusada de tratar a imigração como uma questão de Defesa, reforçando a agência de fronteiras da UE, a Frontex, aprovando missões de patrulha no Mediterrâneo, a UE tentou desenvolver uma aproximação não só à imigração ilegal mas também à legal. Assim, após vários anos de negociações, foi aprovado, pelas instituições europeias, o chamado pacto para a imigração.


Promovido pela presidência francesa da UE, que decorreu no segundo semestre de 2008, este pacto tem entre as suas medidas mais polémicas a chamada directiva de retorno. Esta prevê, entre outras coisas, a possibilidade de deter imigrantes ilegais por um período de até 18 meses e, em último recurso, expulsá-los.


Esta directiva tem sido alvo de várias críticas por parte dos próprios imigrantes, acusada de violar os direitos humanos e acusada de hipocrisia. Isto porque ao mesmo tempo em que toma medidas sobre a imigração, consideradas por alguns como populistas, a UE sabe que, por questões demográficas, precisa desses mesmos imigrantes. 

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