FMI reúne para debater problemas do director-geral

O Fundo Monetário Internacional (FMI) reuniu hoje o seu conselho de administração para discutir os problemas judiciais de Dominique Strauss-Kahn, e o desbloqueio da segunda e terceira parcelas da ajuda financeira à Irlanda.

O FMI tinha previsto reunir, no domingo, de maneira "informal", os 24 representantes dos países e grupos de países com assento no conselho de administração para os pôr ao corrente das acusações de agressão sexual e tentativa de violação contra Strauss-Kahn. Mas a detenção de Strauss-Kahn numa esquadra de Nova Iorque acabou por prolongar-se até domingo, pelo que a reunião foi adiada.

Uma fonte próxima do FMI indicou que a instituição queria reflectir sobre a situação do director-geral, que deve ser hoje presente a um juiz nova-iorquino. Uma das questões que se coloca, sabendo-se que Strauss-Kahn se diz inocente, é saber se será libertado e, se sim, o que pensa fazer relativamente às suas funções.

A reunião foi presidida, como se previa, pelo adjunto de Strauss-Kahn, o norte-americano John Lipsky. Strauss-Kahn contava estar presente hoje numa reuniáo dos ministros da zona euro em Bruxelas, à qual foi enviada a sua adjunta, Nemat Shafik.

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