"Morte não é fim da Al-Qaida, nem do terrorismo"

O Governo português, através do Ministério dos Negócios Estrangeiros, felicitou o "êxito da missão que provocou a morte de Osama Bin Laden".

"O êxito desta missão, que culmina uma longa operação de quase uma década, exprime a determinação do povo americano e seus aliados em combater o terrorismo e o fanatismo, que tantas vítimas inocentes têm provocado", pode ler-se numa nota do Ministério dos Negócios Estrangeiros, liderado por Luís Amado.

"Este combate não é contra o Islão que igualmente tem sido vítima de cobardes atentados que tão cruelmente ceifam vidas e obrigam inúmeras populações a viver em clima de insegurança e terror, apenas contribuindo para a desestabilização do mundo. A morte de Bin não representa o fim da Al Qaeda e o desaparecimento do terrorismo pelo que se impõe manter o mesmo de espírito de cooperação e determinação em defender os nossos principios e valores de tolerância e convivência pacífica", diz ainda a nota do MNE.

A nota sublinha ainda que "este combate não é contra o Islão" também "vítima de cobardes atentados que tão cruelmente ceifam vidas e obrigam inúmeras populações a viver em clima de insegurança e terror, apenas contribuindo para a desestabilização do mundo".

A chefia da diplomacia portuguesa realça, no entanto, que a morte de Bin Laden, "não representa o fim da Al-Qaeda e o desaparecimento do terrorismo", sendo necessário "manter o mesmo de espírito de cooperação e determinação em defender os nossos princípios e valores de tolerância e convivência pacífica".

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