FC Porto quis ouvir explicações de Rodríguez sobre incidente

Dragão. Adeptos terão insultado e apedrejado carro do jogador uruguaio. Oficialmente, clube e claque desvalorizam o caso: "Foi um bate-boca"

O FC Porto e a claque SuperDragões desvalorizam o alegado incidente ocorrido entre adeptos e o jogador Cristián Rodríguez. Mas, ao que o DN apurou, os responsáveis do clube quiseram ouvir as explicações do uruguaio sobre o assunto.

No sábado, após a derrota caseira com o Leixões, alguns adeptos ficaram à espera dos atletas, para fazerem ouvir o descontentamento com as exibições da equipa. Cristián (que trocou esta época o Benfica pelo FC Porto) terá sido dos mais insultados, havendo relatos de um apedrejamento ao seu carro. Para esclarecer os contornos reais do caso, o jogador foi chamado à SAD azul e branca. Ainda assim, e apesar do historial de manifestações das claques (ver caixa), ninguém assume dar relevo ao assunto.

O incidente não é assumido pela claque. Filipe Bastos, da direcção dos SuperDragões (SD), garante que "não houve qualquer iniciativa" que tenha partido do grupo. Mas não põe a mão no fogo por todos os elementos dos SD. "É impossível controlar toda a gente", admite. Ainda que reconheça o mal-estar com as exibições, o apoiante garante que só vai manifestar o descontamento "através dos assobios e da assembleia-geral de sócios".

Rui Carvalho, assessor do FC Porto, também não dá importância ao incidente com Rodríguez. "Não foi mais do que um bate-boca", explica, completando: "Nada que justifique a intervenção da direcção." Recorde-se que, em 2006, após o ataque a Co Adriaanse, deu-se um corte de relações entre o clube e os SD.

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