TAP entra em regime sucedâneo enquanto aguarda decisão de pilotos e tripulantes

Em regime sucedâneo, cortes salariais começam acima dos 900 euros para sindicatos que não aprovarem acordo e haverá despedimento de 500 pilotos e 750 tripulantes.

O adiamento das assembleias-gerais dos sindicatos dos pilotos (SPAC) e dos tripulantes (SNPVAC) fez soar os alarmes no Ministério das Infraestruturas e da Habitação. Se os associados não aprovarem os acordos de emergência na TAP até ao final de fevereiro, estes trabalhadores vão entrar em regime sucedâneo a partir de 1 de março, segundo comunicado divulgado esta sábado pelo ministério liderado por Pedro Nuno Santos.

O regime sucedâneo implica que os cortes salariais para pilotos e tripulantes começam acima dos 900 euros para as classes profissionais que não assinaram e terá lugar o despedimento do número de funcionários previstos no plano de reestruturação: 500 pilotos e 750 tripulantes.

O acordo de emergência determina, para os 1252 pilotos da TAP, cortes salariais de entre 50% e 35%, entre 2021 e 2024, que já incluem o corte transversal de 25%.

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