Sindicatos apontam "forte adesão" à greve nos supermercados e armazéns

São exigidos aumentos salariais, assim como o fim da tabela B, e rejeitam a redução do valor pago por trabalho extraordinário e os bancos de horas.

A greve dos trabalhadores dos supermercados, hipermercados, grandes armazéns e entrepostos regista esta segunda-feira uma “forte adesão”, com muitas lojas fechadas, segundo dados avançados pelos sindicatos, que contrariam a posição do patronato. “Há várias lojas do minipreço fechadas. Estes trabalhadores estão hoje em greve porque foram obrigados a fazê-la”, disse o secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, durante uma conferência de imprensa junto à sede da APEDE, a associação patronal do setor, em Lisboa.

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