Setor privado. Salários aceleram 3,4% para média de 954 euros

Setor dos transportes e armazenagem lidera subidas, com um ganho de 6,3%, com média nos 1214 euros.

O valor das remunerações no setor privado surge 4,7%, ou mais de 40 euros, acima da média salarial da generalidade dos trabalhadores por conta de outrem, que era no segundo trimestre de 911 euros, subindo 2,7% em relação ao mesmo período de 2018.

Num ano, a média salarial regular dos trabalhadores do setor privado, excluindo componentes sazonais como subsídios de férias ou de Natal, ganhou 31 euros. O aumento de 3,4% volta a representar uma aceleração nas remunerações. Em março, os salários subiam 3,1%.

Já as remunerações brutas globais - incluindo, por exemplo, o subsídio de férias, mas não cartões de refeição - cresciam na mesma medida para um valor bruto de 1180 euros no mês de arranque do verão.

A atividade dos transportes e armazenagem foi neste período aquela que conheceu maior subida remuneratória, num ganho de 6,3%, para uma média de remuneração bruta regular mensal de 1214 euros.

Na educação, privada, observa-se o segundo maior ganho, de 5,8%, para 1095 euros, seguindo-se as indústrias extrativas, com uma melhoria salarial bruta de 4,1% para 1196 euros mensais. Nos serviços administrativos e em setores privados ligados aos Estado o ganho era, em junho, de 3,9%, para 654 euros e 1101 euros, respetivamente.

Na indústria, a atividade que mais concentra trabalhadores ao serviço das empresas, a expansão salarial é menor, mais ainda significativa, de 3,3% para uma média de 946 euros. E, no comércio, segundo grande setor empregador, a melhoria foi de 2,3% para 892 euros.

Com uma evolução positiva em todos os setores de atividade, a banca foi, ainda assim, aquela onde os trabalhadores menos obtiveram ganhos salariais ao longo do último ano. A subida foi de 0,8%. Este é, porém, o setor que oferece as remunerações mais elevadas - a média está em 2049 euros.

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