Ricon perto do fecho deixa 600 no desemprego

Administrador nomeado pelo tribunal diz que o representante da Gant é "economicamente inviável"

Sem solução. O grupo Ricon "não é economicamente viável" e deve encerrar as suas operações e despedir os seus cerca de 600 trabalhadores. Esta é a proposta que o administrador de insolvência nomeado pelo Tribunal de Vila Nova de Famalicão, Pedro Pidwell, leva às assembleias de credores das várias empresas do grupo, representante em Portugal da marca Gant, que arrancam amanhã. Também a rede de retalho, constituída por cerca de 20 lojas, "terá que encerrar e despedir todos os trabalhadores", já que, com a cessação da parceria com a Gant, se torna "economicamente inviável e vazia de objeto". Só num dos processos (são 8 em tribunal), os credores reclamam mais de 32 milhões de euros.

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