Mega-consórcio para projeto de hidrogénio verde em Sines não avançará

EDP, Galp, Martifer, REN e Vestas, que poderiam avançar juntas num mega-consórcio, ainda não concluíram o estudo de viabilidade da criação de um cluster industrial de produção de hidrogénio verde com base em SInes, mas já se admite que, tal como está, o projeto não deverá avançar. Cada uma das empresas parece preferir avançar por si própria com projetos individuais.

O H2 Sines, que estaria a ser estudado por um grupo de empresas incluindo EDP, Galp, Martifer, REN e Vestas, que estavam a estudar a viabilidade de avançar em conjunto para a implementação de um cluster industrial de produção de hidrogénio verde com base em Sines, não deverá concretizar-se em formato de consórcio. Em causa está um projeto com um investimento estimado de 1,5 mil milhões de euros até 2030.

"Ainda estamos dentro do contexto de avaliação do projeto, mas a probabilidade de vir a cair é grande", admitiu, ao Dinheiro Vivo, fonte ligado ao processo. Que recusa estar em causa qualquer tipo de desentendimento entre os parceiros deste mega-consórcio, mas apenas "leituras distintas" das empresas face à visão do governo para o projeto. A vertente exportadora que o Executivo pretendia imprimir ao investimento em Sines, criando uma cadeia de valor para a exportação para o Norte da Europa, parece ser um dos pontos de desacordo.

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