Políticos e chefes: As profissões que mais crescem e salários disparam com a pandemia

Salários acima de 2500 euros limpos prosperam na pandemia e atingem número recorde. Subida de 27% no numero de políticos, chefes e gestores de topo, onde os ordenados são mais altos, é​​​​​ a maior de todas as profissões. Grupo das elites engorda 75 mil empregos e conta agora com 349 mil pessoas.

A destruição de emprego não poupou os trabalhadores menos qualificados e com salários mais baixos, mas os empregados por conta de outrem com ordenados mais elevados (2500 euros limpos ou superior) prosperaram durante a pandemia, indicam cálculos do Dinheiro Vivo (DV) com base em dados divulgados esta semana pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), no novo inquérito ao emprego relativo ao segundo trimestre do ano.

No segundo trimestre, havia mais de 40 mil pessoas a ganhar 2500 a 3000 euros por mês e mais de 50 mil com salários líquidos superiores a 3000 euros. Portanto, cerca de 91 mil pessoas nos estratos salariais mais elevados, um recorde nas séries do INE. É cerca de 2% do emprego total por conta de outrem na economia portuguesa.

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