Estado gasta sete milhões em novos carros em 2020. Diesel predomina

Garagem pública encolheu no ano passado, mas frota está cada vez mais envelhecida. Veículos a gasóleo ainda predominam.

6,96 milhões de euros. Este foi o montante que o Estado gastou no ano passado na compra de 913 novos carros. É a primeira vez que se conhece a fatura da aquisição de veículos para todos os serviços públicos, apresentada pela Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública (eSPap). Mas a garagem pública não pára de envelhecer e o gasóleo representa quase três quartos de todos os automóveis do Estado.

Em ano de pandemia, a frota encolheu para 20 062 unidades, menos 0,5% do que em 2019; foi interrompido um período de dois anos de crescimento. No ano passado, as saídas de carros foram superiores às entradas: a frota perdeu 1251 unidades - mais de três quartos por abate - e chegaram 1123 automóveis - além das compras houve 199 entradas por apreensões ou doações.

A última década ficou marcada por uma constante redução do número de veículos estatais: em 2010, o inventário público tinha 28350 veículos registados. Desde então, iniciou-se um programa de abate de dois automóveis antigos pela compra de uma unidade nova. Cada unidade abatida no ano passado tinha, em média, 19 anos, e contava com mais de 300 mil quilómetros.

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