Contratação coletiva arrisca a abrir nova frente de tensão

Parceiros sociais têm visão diferente do que deve ou não mudar na contratação coletiva e os partidos também. PCP leva o tema a debate na sexta-feira.

Depois da polémica da TSU, a negociação coletiva arrisca criar um novo foco de tensão entre o governo e os partidos de Esquerda que o apoiam no Parlamento. O compromisso de médio prazo que foi assinado na Concertação Social reconhece que a criação de condições que dinamizem a negociação coletiva "é essencial" para uma autorregulação positiva do mercado de trabalho e das relações laborais e propõe que durante um período de 18 meses nem patrões nem sindicatos invoquem a caducidade das convenções coletivas.

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