Calçado. Aumento das mulheres pode chegar aos 5,3%

Acordo Coletivo "é exemplo" que deve ser seguido por outros setores, defende o ministro do Trabalho. Governo avança com propostas na Concertação

O acordo é histórico e o ministro do Trabalho reconhece-o e espera que sirva mesmo de exemplo a outros setores da economia. A Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos (APICCAPS) e a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios, Vestuário, Calçado e Peles de Portugal (FESETE) assinaram, ontem, o primeiro contrato coletivo de trabalho que põe fim à discriminação salarial entre homens e mulheres, neste caso na fileira do calçado. O aumento médio da massa salarial é de 3,45%, mas as mulheres recebem uma atualização maior; varia entre os 4,5 e os 5,3%. Já os homens veem os seus rendimentos atualizados em valores que vão os 0,4 aos 2%.

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