Só dois portugueses do Benfica marcaram ao Bayern. Sabe quem foram?

Águias voltam a defrontar esta quarta-feira o gigante alemão nas competições europeias. Nos oito duelos anteriores nunca ganharam

Benfica e Bayern Munique voltam a defrontar-se esta quarta-feira nas provas europeias (jogo é às 20.00 horas, no Estádio da Luz). O histórico de confrontos entre os dois emblemas não é nada simpático para a equipa portuguesa, que em oito jogos oficiais nunca conseguiu ganhar e acabou sempre eliminada.

Nos oito jogos já disputados - cinco vitórias dos bávaros e três empates -, o Benfica marcou um total de oito golos, mas só dois jogadores portugueses conseguiram marcar aos germânicos. Em novembro de 1995, em Munique, em jogo da terceira ronda da Taça UEFA, os encarnados foram derrotados por 4-1. O golo das águias foi da autoria do lateral esquerdo Dimas, numa equipa que tinha como treinador Mário Wilson. O antigo internacional português marcou à passagem da meia hora aquele que na altura foi o golo do empate - o guarda-redes do Bayern era Oliver Kahn, que reclamou uma falta de João Vieira Pinto. Mas depois Jurgen Klinsmann estragou a festa num jogo onde apontou um poker.

O outro jogador português do Benfica que conseguiu marcar ao Bayern Munique foi Nené. E por duas vezes! A primeira aconteceu em março de 1976, nos quartos-de-final da Taça dos Campeões Europeus. O avançado internacional luso bateu Sepp Maier aos 70 minutos, numa altura em que os bávaros já venciam por 3-0 - o jogo terminou com uma goleada por 5-1.

Na temporada 1981/82, Nené, o avançado que ficou conhecido por nunca sujar os calções, voltou a marcar ao Bayern, em Munique. O Benfica foi de novo goleado (4-1), mas o português bateu Walter Junghans (mais tarde viria a ser treinador de guarda-redes do Benfica na era Jupp Heynckes) na transformação de uma grande penalidade.

Esta noite, a partir das 20.00, o Benfica tem novo duelo marcado com o crónico campeão alemão. Rui Vitória já disse que se trata de um jogo difícil, mas não atirou a toalha ao chão. "Temos de ser uma equipa personalizada, que acredita naquilo que está a fazer. Temos de ter a arrogância de querer vencer o jogo, mas arrogância num sentido positivo. Será preciso estarmos concentrados e sermos inteligentes. É um desafio que requer níveis de concentração elevados. E depois há que tentar aproveitar os erros que eles poderão cometer", referiu na conferência de imprensa de lançamento do jogo.

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