Ronaldinho vai continuar detido. Juiz nega fiança de 1,5 milhões de euros

Tribunal recusou o segundo pedido de prisão domiciliária a Ronaldinho e a Assis, que assim continuam detidos numa prisão de segurança máxima de Assunção.

Ronaldinho viu o juiz voltar a negar a saída da prisão. Os advogados de defesa do antigo internacional brasileiro, que se encontra detido no complexo penitenciário em Assunção no Paraguai, ofereceram 1,5 milhões de euros como fiança para tentar tirá-lo da cadeia e colocá-lo em prisão domiciliária, mas o pedido foi negado.

O juiz Gustavo Amarilla recusou o pedido na sexta-feira (dia 13), considerando que o ex-jogador do Barcelona e o irmão deviam permanecer detidos durante a investigação. De acordo com a lei paraguaia, o inquérito pode durar até seis meses para ser concluído. Esta decisão representa mais uma batalha perdida contra a justiça paraguaia.

A defesa dos brasileiros já tinha tentado colocar o ex-jogador do Barcelona e o irmão em prisão domiciliária, numa propriedade em Assunção, avaliada em 70 mil euros (61, 5 mil euros). No entanto, o pedido foi recusado pela justiça paraguaia, que alegou que o valor não era suficiente tendo em conta a capacidade financeira do antigo jogador. O juiz considerou mesmo que a libertação de Ronaldinho podia "significar obstrução na investigação", além de haver risco de fuga.

O antigo jogador do Barcelona e o irmão, que jogou no Sporting, estão detidos preventivamente há praticamente duas semanas, acusados de falsificação de passaportes e documentos de identificação.

Ronaldinho vai assim continuar detido e continuar a jogar futebol com os restantes reclusos.

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