Roberto Firmino salva Liverpool de escorregar em Wolverhampton

A equipa de Nuno Espírito Santo esteve a perder, mas chegou a ameaçar a reviravolta com uma grande segunda parte. Só que os reds acabaram por conseguir já perto do final a 22.ª vitória em 23 jogos na Premier League.

O Liverpool soma e segue na Premier League. Desta vez, a equipa de Jürgen Klopp sofreu em Wolverhampton, mas acabou por vencer por 2-1, graças a um golo de Roberto Firmino aos 84 minutos. E vão 22 vitórias em 23 jogos e a liderança confortável com 16 pontos de vantagem e menos um jogo que o segundo classificado, o Manchester City.

Foi uma partida em que o Wolves, treinados por Nuno Espírito Santo, estiveram muito perto de roubar pontos ao Liverpool, que chegou ao intervalo a vencer por 1-0 graças a um golo de cabeça do capitão Jordan Henderson, a dar a melhor sequência a um canto de Alexander-Arnold.

Só que no segundo tempo, com um trio atacante formado por Pedro Neto, Raúl Jiménez e Adama Traoré deram valentes dores de cabeça aos reds, que viram o avançado mexicano ex-Benfica fazer o empate de cabeça, finalizando uma excelente jogada de contra-ataque culminada com um belo cruzamento de Traoré.

O guarda-redes Alisson Becker salvou depois o Liverpool da reviravolta no marcador, mas a seis minutos do fim, já depois de Rui Patrício ter feito uma bela defesa, lá apareceu Roberto Firmino, a passe de Henderson, a rematar para o fundo da baliza defendida pelo internacional português. Klopp suspirava de alivio e fazia a festa, algo que tantas vezes se tem repetido esta época na Premier League, na qual apenas cedeu um empate a 20 de outubro em Old Trafford, com o Manchester United.

E para encontrar uma derrota do Liverpool no campeonato é preciso recuar um ano e 20 dias, quando perdeu em Manchester com o City de Pep Guardiola.

Já o Wolverhampton sofreu a sexta derrota da temporada, mantendo-se no sétimo lugar com 34 pontos, os mesmos que Manchester United e Tottenham, quinto e sextos classificados respetivamente devido à diferença de golos. Refira-se ainda que Nuno Espírito Santo contou com os portugueses Rui Patrício, Rúben Neves, João Moutinho e Pedro Neto no onze inicial, tendo Diogo Jota sido lançado em campo aos 77 minutos.

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