Presidente do River pede ao líder do Boca que "pare com as ameaças" e jogue

Rodolfo D'Onofrio quer que o jogo seja definido dentro do campo e não na secretaria, como é intenção dos dirigentes do Boca Juniors depois do ataque ao autocarro da equipa no sábado.

O presidente do River Plate, Rodolfo D'Onofrio, dirigiu-se esta quarta-feira ao seu homólogo do Boca Juniors, Daniel Angelici, pedindo-lhe que "pare com as ameaças" e jogue a segunda mão da final da Taça Libertadores de futebol.

"Vamos acabar com tudo isto. Pare com as ameaças e venha jogar", foi o desafio deixado por D'Onofio ao dirigente do Boca Juniors, antes de apelar ao bom senso do líder rival, com o objetivo de "parar com as batalhas legais" e de "chegar a um acordo o mais rapidamente possível" por forma a que se dispute a partida em falta.

Os apelos feitos por D'Onofrio surgem depois de, no seguimento do ataque dos adeptos do River ao autocarro da equipa rival, o presidente do Boca ter reclamado, em tribunal, a vitória da competição.

Ambos os clubes aguardam agora por uma decisão do tribunal de disciplina da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol), entidade organizadora da competição, que já anunciou a realização do jogo, no dia 8 ou 9 de dezembro, em terreno neutro.

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