Pochettino e a final da Champions: "Ser livre. Jogar como quando tínhamos sete, oito, nove anos"

Treinador do Tottenham abordou a final da Liga dos Campeões frente ao Liverpool, sábado (20.00, TVI).

Era o que todos queriam saber. Está ou não Harry Kane apto para a final da Champions, frente ao Liverpool no sábado. E Mauricio Pochettino não desfez a dúvida. O técnico dos spurs disse que ainda não decidiu se o avançado vai jogar de início amanhã: "Eles [os jogadores] não sabem [quem vai começar]. Temos um treino agora e depois vamos decidir. Apenas se pode usar 11 jogadores de início - essa é a situação mais dolorosa. O respeito deve ser massivo para os jogadores que serão escolhidos. É sempre uma decisão difícil, mas faz parte do meu trabalho."

"Esta viagem foi inacreditável. Gostámos muito. O foco, a concentração - foi um prazer gerir este grupo de jogadores. Sinto-me muito orgulhoso porque eles estavam incrivelmente abertos ao trabalho e a aceitar tudo o que foi proposto por nós", confessou o treinador do Tottenham, garantindo que estão "prontos e preparados para desfrutar". De resto "é estar pronto para correr, competir, desfrutar", defendeu lembrando: "Nós conhecemo-nos muito bem. É sobre diversão. Confiamos em nós próprios."

O adversário é um velho conhecido da liga inglesa. "O Liverpool é uma grande equipe", segundo Pochettino. "Acho que é dos melhores de Inglaterra a par do Manchester City. Eles lutaram ombro-a-ombro com o City na Premier League e, claro, tiveram uma inacreditável Champions. Todo o mérito para Jürgen Klopp, fantástico treinador ... um grande clube como Liverpool. toda a história está com deles. Para nós, amanhã é uma questão de vencer. Queremos fazer história no futebol. Sabemos muito bem o que precisamos fazer", afirmou o técnico argentino.

A preparação para o jogo foi especial: "Não se pode preparar um jogo amigável como a final da Champions League. O foco e a concentração são completamente diferentes. O mais importante é tentar definir o foco e usá-lo como exemplo para o futuro".

"A coisa mais importante amanhã é ser livre. Jogar como quando tínhamos sete, oito, nove anos e sentir a liberdade. O principal aqui não é pensar que há um milhão de pessoas a ver o jogo", defendeu Pochettino.

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