Pedro Henrique e Bernardo trocam Leixões pelo Benfica por 1,6 milhões de euros

Os encarnados já chegaram a acordo com o Leixões e os jogadores já devem apresentar-se esta sexta-feira na Luz

Pedro Henrique e Bernardo Martins vão assinar contrato esta sexta-feira com Benfica, num negócio de 1,6 milhões de euros, revelou à agência Lusa Paulo Lopo, presidente do Leixões, que era o clube detentor dos direitos desportivos dos jogadores.

O acordo ficou fechado depois de uma reunião que decorreu esta quinta-feira em Lisboa, sendo que o médio Lawrence Ofori, também do Leixões, acabou por não ser incluído no negócio entre os dois emblemas. Os dois atletas devem apresentar-se esta sexta-feira no Estádio da Luz para rubricar contrato com o Benfica.

Paulo Lopo revelou que o Leixões fica com 25% do passe do extremo Bernardo Martins e 5% do passe do avançado Pedro Henrique.

Com sete golos apontados em 10 partidas na II Liga (esteve cerca de dois meses lesionado), o brasileiro Pedro Henrique, de 22 anos, chegou no início da época ao Leixões proveniente do Atlético Goianiense e cedo se fez notar, saindo do clube com outros dois golos apontados também na Taça de Portugal.

Bernardo Martins, de 21 anos, fez parte da formação no FC Porto, acabando-a no Leixões, saindo agora para a Luz depois de fazer 19 jogos (15 na II Liga, três na Taça de Portugal e um na Taça da Liga) pelo emblema de Matosinhos, assinando um golo.

Concluído o negócio, Paulo Lopo reagiu às acusações do presidente da SAD do Braga, António Salvador, a quem acusou de "ter sido ele a revelar o interesse do Benfica [numa fase em que o Leixões negociava com o Braga], assim fazendo com que os jogadores escolhessem" o clube lisboeta para seguirem a sua carreira.

Em declarações ao jornal O Jogo, António Salvador acusou Paulo Lopo de "prestar vassalagem" ao Benfica, depois de "ter tentado cair para o Sporting", considerando que "em breve irá cair no esquecimento em que caem todas as figuras menores".

"Ele é que não está à altura como presidente do Sporting de Braga", acusou Paulo Lopo, lembrando que "na vida há que saber ganhar e perder" e que "sendo ele [António Salvador] igual aos outros, tem de aprender a respeitar se quer ser respeitado".

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