Tatuagem polémica é homenagem a pai de Sterling

Jogador foi alvo de críticas ao aparecer no treino da seleção inglesa com uma tatuagem de uma arma automática na perna. Sterling explicou que se trata de uma homenagem ao falecido pai

"Totalmente inaceitável. É repugnante". As palavras de indignação são da fundadora do grupo Mães contra as Armas, de Inglaterra. Ao The Sun, Lucy Cope não poupou nas críticas ao jogador Raheem Sterling, que apareceu no primeiro treino da seleção inglesa com uma arma automática tatuada na perna direita.

Ao contrário do que muitos pensavam, o desenho de uma M16 perpetuado no corpo do jogador do Manchester United não tinha como objetivo promover o uso de armas. A tatuagem é uma homenagem ao pai de Sterling, que morreu quando ele tinha dois anos em Kingston, Jamaica.

Entre os comentários a criticar a tatuagem do jogador está a do jornalista inglês Piers Morgan, que apelou no Twitter: "Tirem essa arma da perna".

Nas redes sociais, o extremo inglês partilhou uma foto na qual se vê a polémica tatuagem. As críticas não se fizeram esperar e o jogador sentiu a necessidade de se explicar aos mais de 3,6 milhões de pessoas que o seguem no Instagram.

Perante tantas vozes críticas, o jogador, de 23 anos, explicou o significado do polémico desenho que decidiu tatuar na perna direita. "Quando tinha dois anos, o meu pai morreu depois de ter sido alvejado. Prometi a mim mesmo que nunca tocaria numa arma na minha vida. Eu remato com o pé direito e, por isso, tem um significado profundo. E ainda não está terminada", escreveu Raheem Sterling.

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