"Paz podre" e "guerrilha interna" derrubam Braz da Silva

Empresário anunciou, esta quinta-feira à tarde, a desistência à candidatura às eleições para a presidência do Sporting.

José Braz da Silva explicou esta quinta-feira à tarde, em conferência de imprensa, não querer "entrar numa batalha de vida ou morte", num clube de "paz podre" e de "guerrilha interna constante". Por isso deu uma palavra de apoio a José Eduardo Bettencourt, que se demitiu em Janeiro.

Ao DN, fonte próxima do empresário disse que na origem da desistência estiveram ameaças à família. Mas não foi apresentada qualquer queixa.

"Não quero, como não querem os que me acompanham, outra coisa que não seja servir o Sporting num momento difícil, mas parece que, contra o que se podia julgar, afinal não é preciso. É por isso que não serei candidato", justificou em conferência de imprensa, em Lisboa.

O empresário garante que ouvirá os projectos dos outros candidatos e que o Fundo de 50 milhões de euros pode ser útil ao clube, desde que os investidores queiram investir apesar da sua desistência. E já tinha um acordo "com um dos melhores treinadores do Mundo". E "já existiam contactos avançados" com jogadores que poderiam vir a ser a espinha dorsal da equipa.

Sem Braz da Silva, o único candidato oficial é Bruno de Carvalho, perfilando-se ainda como possíveis candidatos Godinho Lopes e Zeferino Boal. As eleições estão já marcadas para o próximo dia 26 de Março.

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