Artur Torres Pereira vai liderar Comissão de Gestão

Presidente da Mesa da Assembleia Geral anunciou onze elementos que vão compor a Comissão de Gestão que vai substituir o Conselho Diretivo, que foi suspenso

Artur Torres Pereira, médico de profissão, antigo deputado do PSD na Assembleia da República e vice-presidente de Bruno de Carvalho no Sporting entre 2013 e 2017, vai liderar a Comissão de Gestão, anunciou este sábado por Jaime Marta Soares, presidente da Mesa da Assembleia Geral (MAG) do clube.

Torres Pereira, 67 anos, prometeu "máxima responsabilidade" e apelou à "presença massiva na Assembleia Geral de dia 23" durante a conferência de imprensa que decorreu no Páteo Alfacinha, em Lisboa. "Queremos dar o nosso desinteressado contributo para inverter este ciclo de acontecimentos deploráveis que os sportinguistas têm presenciado com amargura. Tudo isto culminou na derrocada do futebol profissional e prejudica o Sporting de forma gravíssima", acrescentou.

O antigo presidente leonino Sousa Cintra também vai integrar a comissão de onze elementos que vai substituir o Conselho Diretivo, que foi suspenso. Luís Marques, António Sá Costa, Silvino Sequeira, Jorge Lopes, Alexandre Cavaleri, Rui António Moço, Pedro Reis, António Correia Rebelo e José Diogo Leitão completam a lista.

Pedro Santana Lopes e Eduardo Barroso, recorde-se, recusaram convites para integrar esta Comissão de Gestão.

Jaime Marta Soares, que deu posse à Comissão de Gestão, garantiu que os sócios sportinguistas se poderão expressar com total segurança na Assembleia Geral de destituição que vai decorrer no dia 23 de junho na Altice Arena e que Bruno de Carvalho poderá fazer uso da palavra "de pleno direito", pois não está a suspenso de sócio do clube. "Eu, como presidente da MAG, garantirei todas as condições para que o Dr. Bruno de Carvalho possa fazer uso da palavra", vincou, prometendo que "a gestão do Sporting vai ficar em boas mãos neste período transitório em que irão ser rigorosamente cumpridos os estatutos".

Marta Soares anunciou ainda que, se o resultado da Assembleia Geral de dia 23 ditar a destituição da direção, vai marcar eleições para esse órgão e para o Conselho Fiscal e Disciplinar e Mesa da Assembleia Geral no próprio dia. Se não houver destituição, vai marcar eleições apenas para o Conselho Fiscal e Disciplinar e Mesa da Assembleia Geral, indicando que não vai "criar problemas" se essa for a vontade dos sócios.

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