Jurista da Federação Peruana revela maus tratos a Carrillo

Juan Baldovino considera que o presidente do Sporting tem como "capricho pessoal" atacar o extremo

A ausência de André Carrillo da seleção peruana por estar sem competir há cerca de seis meses está a gerar uma onda de revolta na Federação daquele país sul-americano. Ao ponto de Juan Baldovino, assessor jurídico do sindicato dos jogadores do Perú, ter vindo a público atacar Bruno de Carvalho, presidente do Sporting.

"O prejuízo para o jogador e para a seleção peruana é incalculável porque nos priva de um jogador importante, sobretudo porque os maus tratos e os abusos do presidente de Sporting não passam de um capricho pessoal contra o jogador", começou por dizer Baldovino.

E as críticas não ficaram por aqui: "O clube abriu um processo disciplinar que até agora não determinou qualquer sanção. Por isso é estranho que agora se diga que outro jogador sofra de pressão psicológica [Slimani a propósito do caso da alegada agressão a Samaris], quando André Carrillo tem sete meses de maus tratos psicológicos como a pressão e insultos do presidente, além de sofrer ataques contra a sua integridade emocional e física como ser humano."

Juan Baldovino considera que, tendo em conta a sua argumentação, "o presidente do Sporting não tem razão". "Há aqui uma tremenda contradição: quando atacam um dos seus jogadores reclama por danos psicológicos, mas quando é ele a atacar um jogador isso não é dano psicológico", acrescentou.

"Parece que quem tem danos psicológicos é o presidente, pois quando lhe convém fala de uma maneira e quando não lhe convém já fala de outra", finalizou o assessor jurídico do sindicato dos jogadores peruanos.

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