Sébastien Loeb reinventa-se como piloto de ralicross. O desafio começa em Portugal

Francês continua a experimentar novas disciplinas: agora é um mix de rali com corrida de pista. Estreia será em Montalegre.

"Quem experimenta ralicross fica conquistado pela pura adrenalina" da competição, um cruzamento de rali com corrida de circuito fechado. E, diz Mário Barbosa (multicampão nacional da disciplina), Sébastien Loeb não foi exceção: "ficou de água na boca quando correu em Loheac" (etapa do Europeu, em França), em 2013. Ontem, foi anunciado que o Mundial de ralicross (World RX) é o novo desafio do piloto francês, que não tem parado de se reinventar. A estreia será em Montalegre (distrito de Vila Real), entre 15 e 17 de abril.

"Estou muito entusiasmado pela oportunidade de poder participar, pela primeira vez, numa temporada completa do Campeonato do Mundo de ralicross. Ao longo dos anos tenho sido afortunado ao participar em corridas verdadeiramente sensacionais, mas o ralicross - com a potência "bruta" e competitividade do Peugeot 208 WRX e a intensa natureza da competição - será algo muito especial", declarou Loeb, que se tornou uma lenda do automobilismo ao sagrar-se campeão mundial de ralis por nove épocas seguidas (2004 a 2012).

O francês, de 42 anos, vai correr pela equipa Peugeot Hansen, como colega do vice-campeão em título, o sueco Timmy Hansen. E a sua chegada ao World RX - que se corre pelo terceiro ano sob égide da FIA, com 12 etapas, com início em Montalegre e final em Rosário (Argentina) - pode trazer os holofotes mediáticos para uma categoria ainda pouco conhecida. "Sébastien Loeb trará mais pessoas para o ralicross. Quem experimenta correr ou ver uma prova fica fã. São corridas em que se anda sempre no limite...", aponta, ao DN, Mário Barbosa, único português que alinhou no Mundial em 2015 (14.º na etapa de Montalegre).

Leia mais na edição impressa ou no e-paper do DN.

Mais Notícias

Outras Notícias GMG