Europeu de futsal. Portugal joga com Países Baixos, Ucrânia e Sérvia ou Bielorrússia

A seleção nacional, atual campeã da Europa e do Mundo, já conhece os adversários na fase de grupos. Euro 2022 começa a 19 de janeiro.

A seleção nacional de futsal, campeã europeia e mundial, ficou integrada no grupo A do Euro 2022, em conjunto com os anfitriões Países Baixos, Ucrânia e o vencedor do play-off entre Sérvia e Bielorrússia, ditou o sorteio realizado esta segunda-feira.

Portugal, que vai defender o título conquistado em 2018, na Eslovénia, integrou o pote 1 do sorteio realizado em Zeist, destinado às seleções mais bem posicionadas no ranking da UEFA, no qual se incluíam também a Espanha, recordista de títulos na prova, com sete troféus, a Rússia, campeã em 1999, e o Cazaquistão.

A equipa portuguesa, que alcançou também um segundo lugar na prova, em 2010, e dois quartos, em 2007 (numa edição realizada em Portugal) e 2014, vai disputar em Amesterdão e Groningen os jogos do grupo A da fase final do Europeu, que decorrerá entre 19 de janeiro e 6 de fevereiro de 2022.

Selecionador fala em "grupo interessante"

O selecionador nacional de futsal, Jorge Braz, considera "interessante" o grupo em que Portugal irá iniciar defesa do título europeu.

"Neste momento, o grupo não está completo, teremos de aguardar pelo play-off entre Sérvia e Bielorrússia. A Ucrânia é uma das equipas mais fortes na Europa, e os Países Baixos, como organizadores, estão a relançar-se novamente", descreveu o selecionador, presente no sorteio, em Zeist.

Jorge Braz explicou, em declarações ao canal 11 da Federação Portuguesa de Futebol, que este é "um grupo muito interessante", mas que mantém intacta a "responsabilidade tremenda" de representar o desporto do país, continuando a "trabalhar para estar nas finais e levar os títulos para Portugal".

"É um grupo muito interessante, mas nós temos as nossas aspirações e sabemos muito bem o que queremos. Estamos aqui a conhecer os nossos adversários. Sem estar totalmente definido o grupo, é aguardar e ligar o chip de planeamento e organização", explicou.

O objetivo, então, é "continuar o percurso que tem sido feito até aqui", até porque reconheceu que o país tem uma "euforia" que se liga às "expectativas de sucessos semelhantes aos recentes".

Mais Notícias

Outras Notícias GMG