Países Baixos vencem Macedónia do Norte na despedida de Pandev

Memphis Depay e Wijnaldum, por duas vezes, marcaram os golos do triunfo holandês por 3-0.

Os Países Baixos fecharam a fase de grupos com o pleno de vitórias, depois de esta segunda-feira, em Amesterdão, terem levado a melhor sobre a Macedónia do Norte, alcançando um triunfo por 3-0.

Memphis Depay abriu o marcador aos 24 minutos, tendo Wijnaldum bisado na segunda parte (51 e 58 minutos).

A partida foi marcada pelo adeus sem pontos dos macedónios à sua primeira fase final e, em simultâneo ao último jogo internacional do seu capitão Goran Pandev, de 37 anos.

A equipa dos Países Baixos, que partiu para esta partida com o primeiro lugar assegurado, enquanto a Macedónia do Norte tinha o destino traçado com o afastamento da prova, sentiu ainda alguma resistência na primeira parte, mas na segunda superiorizou-se de forma concludente e o resultado podia ter tido foros de goleada pesada.

A seleção laranja chegou ao golo aos 24 minutos, num lance de contra-ataque, após uma falta clara cometida sobre o veterano avançado macedónio Goran Pandev, que o árbitro deixou passar, finalizado por Memphis Depay, após uma tabela com Malen, que apanhou a defesa adversária desequilibrada.

Na segunda parte, a supremacia holandesa acentuou-se à medida que os jogadores macedónios, que tinham sido sujeitos a grande desgaste na primeira parte, por terem assumido as 'despesas' do jogo, foram perdendo intensidade e acusando o esforço, e a seleção da casa fez mais dois golos, aos 51 e 58 minutos, por Wijnaldum, o primeiro numa recarga a um remate de Depay rechaçado pelo guardião macedónio, e o segundo após uma assistência do novo reforço do Barcelona.

De resto, ainda desperdiçou algumas boas oportunidades para ampliar a vantagem na segunda parte, mas beneficiou da postura ofensiva da seleção macedónia, que arriscou sempre desde o primeiro minuto, quis jogar cara a cara com os holandeses, deixar uma boa imagem, uma vez que não tinha nada em jogo e o seu destino estava definido.

O selecionador holandês, Frank de Boer, mostrou respeito pelo adversário ao proceder a muito poucas alterações à equipa titular no jogo anterior, com as entradas de Gravenberch e Malen, em detrimento de De Roon e Weghorst, mas a equipa encarou o jogo de forma mais descontraída.

A verdade é que a Macedónia do Norte se expôs muito aos contra-ataques holandeses, ao assumir o jogo e ao atacar com muitas unidades, com os laterais bem abertos a darem profundidade pelos flancos, e a verdade é que antes do primeiro golo holandês tiveram um remate de Trycovski ao poste com estrondo que quase os deixava na frente do marcador.

Com exceção do golo, a Holanda nunca mostrou muita vontade em explorar os espaços que a equipa macedónia deixava no seu meio-campo face ao seu balanceamento ofensivo, que era compensado em parte com a agressividade posta pelos seus jogadores na pressão e recuperação da bola perante uma atitude mais passiva dos jogadores holandeses.

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